A vida secreta das abelhas

“Cada pequeno ser quer ser amado!”

O filme A vida secreta das abelhas é a dica de hoje, ele é de uma simplicidade tremenda, mas é lindo, com atrizes maravilhosas e uma história fantástica.

Você pode ver o filme de várias perspectivas, ele mostra muito a questão da desigualdade Racial da época, a sororidade entre as mulheres e também mostra a vida do olhar da criança Lily Owens, interpratada pela atriz Dakota Fanning.

O que quero destacar no filme A vida secreta das abelhas é a força dessas mulheres, que seja por preconceito e/ou violência, passaram por poucas e boas na vida, mas ainda assim transmitem uma mensagem de fortaleza, de amor puro, verdadeiro e principalmente de união.
Nesse filme, vemos o que muito é se falado hoje em dia da sororidade, que quer dizer, a união, o respeito, a empatia que podemos sim ter com outras mulheres.

Se assistirmos o vídeo pela perspectiva da criança, vemos a perca da mãe e um momento no qual ela diz: “Eu não mereço ser amada!”, esse momento é decisivo para vida dela, pois ela consegue ter ideia de uma crença que a limita, uma crença que ela tem e que faz com que ela não acredite que possa ser amada verdadeiramente.
Essa crença a faz acreditar que não merece nenhum amor, mas ao mesmo tempo, a faz querer com todas as suas forças alguém que a ame.

Quantas vezes não desejamos tanto algo assim? Algo que faz parte das nossas dores, mas que ao mesmo tempo, desejamos profundamente?
Quantas vezes não carregamos crenças de que não somos dignas de amor e consequentemente essa crença nos faz aceitar pessoas rasas? E não só em relacionamentos, digo o amor no sentido geral, o amor puro sem segundas, nem terceiras intenções.

Se espalharmos amor, porque não devemos merecer isso de volta?

Outra coisa que me chamou a atenção foi a força da Lily de enfrentar seus maiores medos, suas maiores crenças e viver!
As crianças são seres tão corajosos e algumas vezes, isso vai se perdendo ao longo da nossa vida foi o caso da June (Alicia Keys) que acaba passando por um momento de dúvidas quanto ao seu relacionamento com o namorado Neil (Nate Parker), mas o mais importante é que mesmo não estando mais 100% corajosa, ela não deixou que o medo a impedisse de seguir amando.

Aprendi que o medo não é de todo ruim, ele nos dá cautela em algumas situações, mas quando é demais, ele pode nos parar, nos limitar e impedir que vivamos nossos sonhos.
O filme nos dá muito a perspectiva de ser uma força da outra, mas principalmente de mulheres que sempre encontravam sua força em algum lugar para seguir em frente.
Deixo uma reflexão aqui e quero que pense na resposta, toda vez que sentir que não é capaz:

Onde está sua força?

A simplicidade do filme em falar de coisas tão profundas, como amor, espiritualidade, fé, crenças e medos me tocou, pois esses são pilares pelas quais moldamos nossa vida.
Eu gostei muito do filme e indico, tenho certeza de que você poderá tirar outras lições dele das quais não falei aqui.
E o melhor, tem no Netflix!

E você tirou uma mensagem diferente da qual passei aqui no texto? Conta nos comentários.

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